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Nos últimos meses, o preço do café café tem experimentado uma escalada que pressiona consumidores de todo o país. A alta decorre de uma complexa interação de fatores climáticos e econômicos, com reflexos diretos na produção e na oferta do grão, tanto para o mercado interno quanto para o cenário internacional.
Problemas climáticos e cenário econômico global impulsionam a alta
A principal causa do aumento reside nos eventos climáticos adversos que assolaram importantes regiões produtoras de café. Nos últimos anos, geadas e secas de intensidade histórica castigaram as lavouras, comprometendo a produção e restringindo a disponibilidade do grão no mercado. Adicionalmente, o contexto econômico global também exerce influência considerável sobre os preços. A valorização do dólar frente ao real encarece o café brasileiro para o consumidor doméstico, uma vez que a exportação se torna uma alternativa mais rentável para os produtores, diminuindo a oferta interna e elevando os preços.
Como o consumidor sente o aumento?
O consumidor sente o aumento no dia a dia. Ele é um item básico para os brasileiros, consumido rotineiramente ao longo do dia. A indústria de alimentos também sente o aumento. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP divulgou dados. O valor da saca de 60 kg passou de R$ 2.300. Houve aumento de 6,9% desde dezembro de 2024. Comparado com janeiro de 2024, o aumento chega a 124,6%.
O que esperar do futuro?
Espera-se que o preço do café continue alto por um tempo. As plantações de café demoram para se recuperar do clima ruim. A economia mundial também não está estável. Porém, especialistas dizem que é importante pesquisar preços, buscar outras marcas ou tipos de café. Apesar dos problemas, o Brasil continua sendo um grande produtor e exportador mundial de café.